2017 - 2º Semestre

Ciclo de Cinema debatido do segundo semestre de 2017 Comemorando os 15 anos do Ciclo de Cinema com a Vídeo Paradiso. Os filmes preferidos

Desde o início do Ciclo de Cinema O Olhar da Psicanálise e Outros Olhares em 2002, a Vídeo Paradiso nos acompanha. Marcelo, Rosana, Fabiano e Vinicius estão sempre disponíveis para indicar um filme de acordo com o nosso tema, ou algum que eles considerem importante. Neste semestre apresentaremos os filmes preferidos por eles, que certamente suscitarão conversas interessantes. O Núcleo de Psicanálise de Santos e Região convida todos para participarem desta comemoração.

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2017 - 1º Semestre

Quando o não dito torna-se o mal dito

Refletiremos sobre a dificuldade na identificação e expressão dos sentimentos e como isso leva muitas pessoas a situações de grande sofrimento pessoal ou relacional. A doença, a hostilidade, o isolamento, o silêncio, o conflito, entre outros, podem ser expressões inconscientes de sentimentos que encontraram outra forma de manifestação, buscando que alguém os perceba e acolha.

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2016 - 2º Semestre

Todas as formas de Amor

No primeiro semestre deste ano abordamos o tema Corpo, considerando que Freud atribuiu um papel fundamental à representação do corpo no psiquismo desde a primeira infância, como pode ser comprovado com o seu clássico aforismo de que o ego, antes de tudo, é corporal. Autores de todas as correntes psicanalíticas ressaltam os aspectos do desenvolvimento emocional primitivo diretamente ligado às funções corporais. Em 2015, tratamos de questões sobre Segredo e Intolerância, manifestada de diferentes maneiras, seja em relação a religião, raça, cor, sexo etc. Assim, dando sequência aos contemporâneos temas, pensando no interesse e no profícuo encerramento do semestre anterior, abordaremos questões sexuais e familiares. Dessa forma, seguiremos conversando sobre todas as formas de amor...

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2016 - 1º Semestre

Corpo

Ciclo de Cinema debatido do segundo semestre de 2016

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2015 - 2o Semestre

INTOLERÂNCIA

Ciclo de Cinema debatido do segundo semestre de 2015

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2015 - 1º Semestre

Estranhos Segredos

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2014 - 2º Semestre

Pedro Almodóvar

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2014 - 1º Semestre

Envelhecer

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2013 - 2º Semestre

Paternidade

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2012 - 2º Semestre

Os filmes da nossa vida

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2012 - 1º Semestre

Os filmes da nossa vida

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2011 - 2º Semestre

O adolescente: uma metamorfose ambulante

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2011 - 1º Semestre

"O caminho e o caminhante"

"O caminho e o caminhante" O nosso tema no primeiro semestre de 2011 buscou inspiração, entre outros, no poema de António Machado: Caminhante, são teus rastros o caminho, e nada mais; caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar. A vida é feita do viver de cada dia, dos encontros que acontecem, de como lidamos com o que surge. As viagens, com suas provações, descobertas, imprevistos, são uma metáfora quase perfeita para o caminho da vida onde o planejamento é importante, mas não é tudo. O cinema tem usado as estradas, as viagens e os viajantes como cenário, tema e personagens ideais para expressar a inquietação humana frente à tarefa de viver até o final da jornada, a morte. Esse tipo de filme é denominado de “road movie”, filme de estrada. Pegar a estrada, seja em uma Harley-Davidson, seja em uma Kombi, ou mesmo em um foguete, como em Apollo 13, nos permite, com os personagens, realizar um pouco do espírito aventureiro humano, em jornadas e territórios não conhecidos. O objetivo consciente da viagem pode ser a procura do Santo Graal como em um filme da série Indiana Jones, pode ser a despedida de solteiro como no filme Sideways, ou a procura do Mágico de Oz, a ida para um casamento como em A família rodante, ou a busca do filho como em Transamérica, mas ao final, os personagens terão feito uma outra viagem, essa interior, percebendo melhor quem são. Como diz Contardo Calligaris em uma crônica: “Viajar é isto: deslocar-se para um lugar onde possamos descobrir que há, em nós, algo que não conhecíamos até então.” Segundo Walter Salles, os road-movies mais interessantes são “aqueles em que a crise de identidade do protagonista da história reflete a crise de identidade de uma cultura, de um país”. Segundo essa idéia, poderemos citar, entre outros, Easy Rider, O céu que nos protege, A caminho de Kandahar, Cinema Aspirinas e Urubus e Central do Brasil. Na Natureza Selvagem é, também, um belo exemplo. A jornada da vida pode ser dividida em “crises de idade-dobradiça”, expressão do psicanalista italiano Antonino Ferro. Segundo ele, os momentos de passagem entre idades significativas vão ficando cada vez mais complexos, conforme vamos passando por eles. Nosso psiquismo tem uma enorme tarefa: fazer luto por aquilo que está se perdendo, abrir um espaço para o novo que aparece e metabolizar todas as emoções ligadas a esse processo. Não por acaso, muitos road-movies têm essa problemática como central. Como em Morangos Silvestres. Freud, em seu artigo sobre o início do tratamento, ao explicar aquilo que denominamos de associação livre, isto é, um convite ao analisando para que fale tudo que lhe vem à cabeça, sem escolha e censura, recomenda: “Conduza-se como um viajante que vai junto à janela do vagão e descreve a seus companheiros, como a paisagem vai mudando ante seus olhos.”

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2010 - 2º Semestre

A poesia na vida

Eles nos levam a pensar no quanto deixamos de viver a vida verdadeira em decorrência dos simulacros construídos ao longo da nossa existência. Ela diz ainda que podemos nos recusar a viver num mundo onde não se pode estar de modo autêntico, mas precisamos criar e alimentar um outro mundo advindo do pensamento, ou melhor, do diálogo interno pensamento e pensamento. “É, na verdade, de onde surgirão outros caminhos”, finaliza. Não sei... Se a vida é curta Ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. E isso não é coisa de outro mundo, É o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela Não seja nem curta, Nem longa demais, Mas que seja intensa, Verdadeira, pura... Enquanto durar

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2010 - 1º Semestre

"Fim... e recomeço"

Não seria melhor dar à morte o lugar na realidade e em nossos pensamentos que lhe pertence apropriadamente? Sigmund Freud, 1915. Sempre brincamos dizendo que a única certeza que temos é a de que um dia vamos morrer. Mas a morte, como tudo, mora ao lado. Vai acontecer com o vizinho, mas sua família viverá eternamente. Negamos sua existência até que um choque de realidade nos coloque diante dela - seja ela a morte anunciada ou inesperada. Revolta, desalento e temor são sentimentos que estão ali, à flor da pele. Para pensarmos no dinamismo da própria vida, usufruindo, contudo, da condição de uma existência onde pontifiquem uma identidade e uma individualidade próprias, escolhemos o tema “Fim... e recomeço” para discutirmos neste primeiro semestre de 2010. O fato de estarmos vivos nos coloca frente a frente com um grande desafio: buscar o que nos é mais “apaixonante”, aquilo que nos dará movimento – mesmo que em outros momentos isso vá nos paralisar diante do que é belo ou terrível - e será sempre a fonte da nossa criatividade e vitalidade, embora às vezes nos acarretem o cessar da própria vida. A angústia perante a finitude da vida e perante a incapacidade de determinar nossa própria existência e ainda a fragilidade do momento testam nossa capacidade de lidar com as perdas. Podemos falar sobre a morte ou mesmo vê-la como acontece nos velórios, por exemplo, desde que o seu significado afetivo mantenha-se afastado da consciência. Trata-se de um tempo da delicadeza. Delicadeza que há no encontro quando tudo parece sinalizar para a perda e o desencontro. A morte nos fala de um vínculo que se rompe de forma irreversível, da “completa derrocada” em que caímos frente à morte de uma pessoa amada. Ao se perder o objeto amado a dor pode se colocar como insustentável e intolerável. Como disse Freud, “nunca nos achamos tão indefesos contra o sofrimento como quando amamos”. É esse sofrimento que na hora da morte de um ente querido nos leva ao limite da loucura. Mas e quanto ao nosso fim? Não há no nosso inconsciente registro de nossa própria morte. Por isso, é impossível simbolizá-la. É a aceitação da morte e a consciência da brevidade da vida que movem as pessoas a valorizar mais o que têm em mãos e a viver plenamente. Assim, aceitar o caminho para a morte é viver. Para refletir sobre essa questão, selecionamos dois filmes: “Depois do casamento” e “A partida”. Neles, nossos protagonistas, cada um ao seu modo, sofrem, tentam, acreditam e descobrem, sobretudo, que o fim é inevitável e que a esperança, como dizia Aristóteles, é o sonho dos acordados.

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2009 - 2º Semestre

Transformações

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2009 - 1º Semestre

Revendo a vida

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2008 - 2º Semestre

Semelhanças e Diferenças

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